sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Terceira Turma da Senhorita Kaye: Índice

ÍNDICE
I - UMA FESTA EM DIA CHUVOSO
II - UMA DECISÃO IMPORTANTE
III - A TERCEIRA TURMA
IV - O PRIMEIRO DIA NA ESCOLA
V - RIVAIS
VI - DISPUTAS
VII - A HISTÓRIA DE MERCY INGLEDEW
VIII - A NOITE DE HALLOWEEN E GUY FAWKES
IX - O QUE A SENHORITA KAYE ACHOU DISSO
X - O ANIVERSÁRIO DE SYLVIA
XI - AS FESTIVIDADES NATALINAS
XII - A SOCIEDADE SECRETA
XIII - O PIQUENIQUE DA PRIMAVERA
XIV - PENTECOSTES COM LINDA
XV - UMA EXCURSÃO COM UM BURRO
XVI - O AMULETO CHINÊS
XVII - A AULA DE DESENHO
XVIII - O DOUTOR SEVERN EXPLICA
XIX - A ENTREGA DOS PRÊMIOS
NOTAS DA TRADUTORA          

SOBRE A AUTORA

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

terça-feira, 13 de maio de 2014

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Riscografia: Quão Boas São as Previsões do Relatório Focus/BCB?

O estudo de Emilio Chernavsky, doutor em Teoria Econômica pela FEA-USP, "Quão Boas São as Previsões do Relatório Focus/BCB", indica que a avaliação das previsões divulgadas no Relatório Focus, em seu estudo, não foram particularmente favoráveis, com a maioria das previsões apresentando vieses sistemáticos e de magnitude elevada, frequentemente superior a 20% dos valores médios.

A conclusão aponta na mesma direção da proposição feita anteriormente no livro "Focus, o relatório do mercado sobreconfiante", que trata dos erros da pesquisa, analisando o desempenho do relatório para três das mais de vinte séries de dados de variáveis macroeconômicas compreendidas pelo Relatório Focus, a saber, IGP-M, Saldo da Balança Comercial e Taxa de Câmbio, comprovando que, nos anos 2003 e 2004, as expectativas das instituições participantes estiveram, em conjunto, fora de faixa estatística de acerto em uma porção significativa do tempo.

A partir dessa constatação, o texto levanta os fatores críticos para a atividade de predição de variáveis macroeconômicas, atribuindo o fraco desempenho das instituições participantes da pesquisa a fatores como interpretação da conjuntura econômica, premissas sobre incerteza e risco na aplicação de modelos econométricos, imperativos funcionais, e questões atinentes à psicologia da decisão.


Para mitigar o erro de predição de variáveis macroeconômicas, propõe- se a ampla divulgação das expectativas de cada instituição participante e a reavaliação do papel da pesquisa no processo de tomada de decisões do Banco Central, na interpretação da conjuntura econômica pelos investidores e, na formação de cenários e expectativas econômicas.

Riscografia: o início.

Riscografia ou Riscologia, qual nome? 

Já que ambos os termos não são encontrados no dicionário de escolha, o que é, de fato, muito bom, a questão reduz-se a decisão entre os sufixos grafia e "logia": 


-logia 
(grego lógos, -ou, palavra, discurso, linguagem, estudo, teoria + -ia), sufixo, Elemento que exprime a noção de estudo (ex.: morfologia).

-grafia 
(grego grafé, -ês, escrita + -ia), elemento de composição, Exprime a noção de escrita (ex.: ortografia), de .registro (ex.: tomografia) ou de estudo (ex.: etnografia).

Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, http://www.priberam.pt/dlpo, consultado em 07-03-2014.
Então como se pretende falar de risco, de retorno, de erro, de estratégias, de programas de investimento, de fraudes, de psicologia do investidor, de análise de investimento e de muito mais, por -grafia estar associado a noção de registro e de estudo, a escolha recaiu em Riscografia, como em discografia, um conjunto de obras fonográficas, um conjunto de obras sobre risco.

Teste-A-Prova: o início.

Pesquisa publicada na Revista Science afirma que fazer um teste não é apenas um mecanismo passivo para avaliar o quanto as pessoas sabem, mas sim uma ajuda efetiva no processo de aprendizado, o qual funciona melhor do que outras técnicas. É nisso que se baseia a série Teste-A-Prova, porque a prova aprova! Ao tentar resolver as questões de provas anteriores, o estudante estará se defrontando com grau de dificuldade similar àquele da prova do concurso.   A pesquisa sustenta que os estudantes que leem uma passagem, em seguida, fazem um teste sobre a passagem retém cerca de 50 por cento a mais da informação uma semana depois, em comparação com alunos que escolheram ler repetidamente a passagem ou preparar resumos e diagramas com o conteúdo da passagem.